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17 junho 2023

PASTOR É ALVO DE INVESTIGAÇÃO POR ORAÇÃO VIOLENTA CONTRA LULA E MINISTROS

Pastor bolsonarista é alvo de investigação por oração violenta contra Lula e ministros: A polêmica declaração que desafia os princípios cristãos.

Emerson Marinho*

Imagem gerada por IA

O pastor Anderson Silva, líder da Igreja Vivo por Ti, causou indignação e repúdio ao fazer uma oração violenta contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), durante um podcast transmitido pelo YouTube em maio deste ano. O pastor solicitou a Deus que quebrasse a mandíbula do presidente Lula, alegando que ele estava falando demais e se autoproclamando como salvador da pátria. Além disso, pediu para que os ministros do STF fossem acometidos por enfermidades, para que assim pudessem conhecer a Deus no leito da enfermidade.

O pastor Nicolas Ferreira, deputado estadual pelo PL-MG e aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, participou do podcast e concordou com as palavras proferidas pelo pastor Anderson Silva, afirmando ainda, que os fiéis não oram o suficiente para destruir seus inimigos políticos e que não iria pegar leve com Golias, mas sim arrancar-lhe a cabeça.

A declaração do pastor Anderson Silva gerou repercussão nas redes sociais e na imprensa, após ser resgatada e compartilhada pelo mestre em geopolítica Vinicius Betiol em seu perfil no Twitter. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, condenou veementemente a fala do pastor e anunciou que encaminhará o vídeo à Polícia Federal (PF) para que seja realizada uma investigação sobre o caso, por incitação à violência contra o presidente e os ministros do STF. Dino enfatizou que a frase proferida é antiética, contrária aos princípios cristãos e configurada como um crime, citando inclusive um versículo bíblico que diz: "Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus" (Mateus 5:9).

A postura adotada pelo pastor Anderson Silva é uma afronta aos princípios cristãos, que ensina a amar o próximo como a si mesmos, a respeitar as autoridades constituídas e a orar pelos que os fazem mal. O pastor demonstra uma total falta de coerência com os ensinamentos de Cristo, que exorta aos cristãos a amar aos seus inimigos, a orar pelos que os perseguem e a perdoar os que os ofendem. Cristo jamais incentivou a violência, a vingança ou o ódio contra qualquer pessoa, mas sim a compaixão, a misericórdia e a justiça.

Infelizmente, nos últimos anos, alguns líderes religiosos têm se deixado levar por ideologias políticas extremistas, que estão distantes do verdadeiro Evangelho de Cristo, eles fazem uso dos textos do Antigo Testamento, em que Deus, além de justo e misericordioso, também é cruel e vingativo, principalmente contra seus inimigos. Essas ideologias pregam o ódio, a intolerância e a exclusão daqueles que pensam diferente ou pertencem a grupos minoritários. Tais ideologias são contrárias ao amor de Deus, que é universal e incondicional, sendo imprescindível que os fiéis não se deixem enganar por esses falsos profetas, que utilizam o nome de Deus para manipular as pessoas e defender seus interesses pessoais e obscuros. Devem ter discernimento para reconhecer a voz do Bom Pastor, que chama a seguir seus passos, para serem o sal da terra e a luz do mundo.

*Bacharel em Comunicação Social

11 agosto 2013

HOMOSSEXUAIS: QUANDO A FALTA DE RESPEITO ACABA COM QUALQUER DIREITO

Navegando pela internet esta semana me deparei com a notícia da agressão sofrida pelo pastor e deputado Marco Feliciano (PSC) por parte de 10 homossexuais em voo doméstico que fazia entre Brasília e São Paulo. Confesso que me senti incomodado, até meio ofendido com tal ato. Não por comungar com as ideias do pastor, ou tampouco ver ele como representante de meus ideais, pelo contrário, mas sim, por me senti ofendido como cidadão brasileiro que foi desrespeitado e achincalhado por ter ideias divergentes e não comungar as ideias de outros.
Na minha concepção, se vivemos em uma democracia, nos é dado o direito de nos expressarmos e emitir as nossas opiniões sem que, é claro, ofenda ou fira os direitos de outros, assegurados na nossa carta magna, e não somos obrigados a concordar com a maioria.
Já dizia o meu pai: Não é por um burro nos dá um coice que vamos retribuir na a mesma moeda. Foi desta forma que os homossexuais agiram com o pastor, constrangendo, ameaçando e agredindo-o fisicamente, resultando na intromissão do piloto do voo, que ameaçou retornar ao aeroporto de Brasília se não acabasse aquela balbúrdia que poderia colocar a segurança dos passageiros em risco.

Antes mesmo de decidir emitir minha opinião sobre o assunto encontrei um texto que retrata bastante o meu ponto de vista. Me sentindo atendido pelos argumentos ali colocados tomei a liberdade de publicá-lo na íntegra. O texto foi publicado por Rodrigo Constantino, colunista da Veja, com o título: O duplo padrão dos politicamente correto.


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Declaração de Marco Feliciano por meio do twitter
Antes, quero me declarar como não homofóbico, mas sou contra o pensamento dos homossexuais que nos obrigam a ver a prática homossexual como normal, quando os ensinamentos cristãos (entendendo como tradicionais) nos ensinam que não, ainda que também nos ensine o amor ao próximo. Entendo que mesmo não concordando devemos respeitar e aceitá-los como cidadãos merecedores de todos os direitos. Entretanto, é difícil aceitar como eles manipulam os discursos colocando-se sempre como vítimas e buscando se impor como sujeitos de direitos acima de qualquer outro. Quero lembrar que os negros há mais de 100 anos lutam por direitos, a lei de cotas para o ensino superior (uma das ações alternativas) só agora foi sancionada; as mulheres que há muitas décadas lutam por direitos iguais com os movimentos feministas, até hoje trabalham para ver os seus direitos atendidos (ainda que não sejam minoria); além dos índios, dos deficientes físicos, etc. Se para todos esses grupos a luta é árdua, intensa e os resultados veem paulatinamente, porque os direitos dos homossexuais tem que ser imediatos? Por que obrigar a todos a aceitarem suas práticas como normais, sabendo que o Brasil é um país tradicionalmente cristão e conservador e que para toda mudança é necessário um tempo de adaptação e/ou assimilação? Respeito ao próximo é necessário e fundamental.

EMERSON MARINHO

O DUPLO PADRÃO DOS POLITICAMENTE CORRETOS

Não tenho a menor simpatia pelo pastor Marco Feliciano. Ele também não me representa, como dizem por aí. Mas, em primeiro lugar, ele representa milhares de pessoas, muito mais do que o deputado Jean Wyllys, por exemplo, e estamos em uma democracia. Em segundo lugar, ele é um ser humano e merece ter seus direitos respeitados, como todos os outros. Por fim, o que realmente incomoda é o duplo padrão do pessoal politicamente correto.
O deputado Marco Feliciano usou seu Twitter para criticar o comportamento de alguns passageiros durante um voo nesta sexta: ”Ao decolarmos em Brasília, cerca de 10 gays me constrangeram. Dois vieram a minha poltrona gritando, cantando música bizarra”, reclamou. Para quem ainda não viu o vídeo que andou circulando, veja antes, que depois eu volto:
A pergunta principal que cabe aqui é a seguinte: e se fosse o contrário? E se fosse um grupo de evangélicos hostilizando um gay? E se fossem dois pastores mexendo com o deputado Jean Wyllys? Qual seria a reação da imprensa, das pessoas em geral? É basicamente a pergunta que deve ser feita, para mostrar o salvo-conduto que minorias barulhentas e organizadas da seita politicamente correta conquistaram nesse país.
Ah, mas o Feliciano é um sujeito “podre”, “homofóbico”, “ridículo”. Não importa! Mesmo que isso tudo fosse verdade, não vem ao caso. Ele tem o direito de pegar seu vôo e não ser importunado dessa maneira. Notem que um dos rapazes fica, inclusive, tocando nele, alisando seu cabelo. Isso é errado! Só que, até agora, dos 570 mil que viram esse vídeo, mais de 4.300 curtiram, enquanto menos de 1.700 reprovaram.
Eis o duplo padrão, o velho “um peso, duas medidas”. Humilhar um evangélico pode, tudo bem, mas se alguém fizer a metade disso com um gay, é bullying da maior gravidade, o “homofôbico” já desceria preso do avião, e seria capa em todos os jornais e chamada principal no JN.
O movimento gayzista é bem organizado, e pode tudo. Pode até praticar atentado ao pudor, que é crime, nas passeatas gays. Pode usar uma cruz em local público, em frente a senhoras que foram ver o Papa Francisco, para masturbação. Direitos iguais? Não! Eles querem – e pelo visto já possuem, privilégios!
Vivemos em uma espécie de ditadura das minorias organizadas. Isso é muito cansativo! Peço que dediquem 11 minutinhos de seu tempo para ver esse meu vídeo, onde comento o excelente livroThe Victims’ Revolution, de Bruce Bawer. Aliás, ele é gay.
 FONTE: VEJA